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Resumo em 10 segundos

Vandalismo em praças de Salvador custa meio milhão por ano — e quem perde é a cidade (e a inclusão) 😢💸

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Vandalismo em Salvador virou conta cara: prejuízo de R$ 500 mil por ano — e um brinquedo adaptado no Largo do Papagaio foi mais uma vítima 😢💸 🧵

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O problema não é só tristeza: cada ato de depredação vira despesa imediata (reparo, limpeza, reposição) que sai do orçamento público. Resultado? Menos dinheiro pra investir em novas praças e lazer.

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R$ 500 mil por ano dá aproximadamente R$ 41,7 mil por mês. Em vez de consertos repetidos, esse montante poderia bancar manutenção preventiva, iluminação eficiente ou melhorias de acessibilidade em várias áreas da cidade.

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Depredar um brinquedo adaptado não é só vandalismo: é cortar o acesso de pessoas com deficiência ao lazer. Além do gasto, tem o custo social — exclusão que a cidade não pode pagar.

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Soluções viáveis e econômicas: orçamento dedicado à manutenção, equipamentos com design mais resistentes, parcerias com ONGs e empresas locais, e programas de guarda/comunidade. Prevenção sai sempre mais barato que conserto.

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Também vale pensar em emprego local: contratar equipes de manutenção e vigilância gera renda e reduz riscos. É investimento que une justiça social e eficiência fiscal — ganha a cidade inteira.

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R$ 500 mil por ano não é só um número no balanço: é escolha política e administrativa. A pergunta é simples — queremos gastar com conserto eterno ou investir em praças seguras, inclusivas e sustentáveis?

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