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Resumo em 10 segundos

Uma consulta de minutos pode revelar um saldo parado em banco, consórcio ou cooperativa. 💰🧵

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R$ 5,65 bilhões estão esquecidos em bancos e instituições financeiras — e podem incluir dinheiro no seu CPF ou CNPJ. 💰🧵 Segundo o Banco Central, mais de 25,7 milhões de pessoas e empresas ainda têm valores a receber.

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A história começa com números gigantes, mas muitas vezes com saldos pequenos: uma conta antiga encerrada, tarifa devolvida, cota de consórcio ou recurso parado numa cooperativa. Separados, parecem pouco. Somados, viram bilhões.

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Em julho, pessoas físicas concentravam R$ 4,25 bilhões dos valores disponíveis. Empresas tinham outros R$ 1,4 bilhão. O total cresceu 10,3% em um mês: de R$ 5,12 bilhões, em junho, para R$ 5,65 bilhões.

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Onde está esse dinheiro? Os bancos lideram, com R$ 2,38 bilhões. Depois vêm administradoras de consórcio, com R$ 1,96 bilhão, e cooperativas de crédito, com R$ 762,7 milhões. Vale olhar além da conta bancária tradicional.

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O saldo já foi maior: antes, o sistema superava R$ 10 bilhões. Parte dos recursos foi transferida ao FGO, fundo usado para dar suporte ao Novo Desenrola, programa de renegociação de dívidas.

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A operação gerou debate no TCU. A discussão não era sobre tirar o direito de resgate dos donos, mas sobre usar recursos não solicitados como garantia de novas operações. O tribunal acabou liberando o uso novamente, por 5 votos a 3.

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A lição é simples: dinheiro esquecido não é “dinheiro sem dono”. Consultar o Sistema de Valores a Receber do Banco Central é gratuito e deve ser feito pelo canal oficial. Em tempos de orçamento apertado, até um valor modesto pode fazer diferença.

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R$ 5,65 bilhões representam milhões de histórias financeiras interrompidas: contas que ficaram para trás, empresas que mudaram de rota, contratos esquecidos. A tecnologia facilita a busca — mas informação clara é o que transforma um direito em dinheiro de volta.

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