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Resumo em 10 segundos

A companhia propôs emitir ao menos 14 bilhões de ações a R$ 0,25. O movimento pode reforçar o caixa e redesenhar sua estrutura de capital. 📈

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Raízen propõe capitalização de pelo menos R$ 3,5 bilhões, com emissão mínima de 14 bilhões de ações a R$ 0,25 cada. 📈🧵 O plano é uma peça central da reestruturação financeira da companhia.

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Na prática, a empresa busca reforçar o caixa e reorganizar sua estrutura de capital após o plano de recuperação extrajudicial. A reestruturação envolve dívidas financeiras de R$ 61,4 bilhões.

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O ponto-chave para quem já é sócio: acionistas atuais terão direito de preferência para subscrever as novas ações. Isso permite manter, total ou parcialmente, sua participação antes da entrada de outros investidores.

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O calendário indicativo prevê: assembleia digital em 30 de outubro; análise do conselho em 5 de novembro; preferência entre 6 de novembro e 7 de dezembro de 2026; e homologação estimada para 16 de dezembro.

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A operação também prevê novas ações preferenciais classe B, conversão das preferenciais atuais em classe A e um programa de units. É uma reforma ampla, com impactos na governança e na composição do capital.

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A adesão ao plano foi expressiva: 81,6% dos credores financeiros sem garantia aprovaram a proposta, sem contestação judicial. Esse apoio cria uma base mais previsível para a empresa executar a virada.

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Capitalização não elimina desafios, mas pode abrir espaço para uma Raízen mais equilibrada financeiramente — algo relevante para investidores, cadeia de fornecedores e um setor estratégico de energia renovável. O mercado vai acompanhar cada etapa.

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