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Rayssa Leal comenta eliminação em Paris e destaca terapia como cuidado essencial 🧠🛹 — é hora de repensar como tratamos saúde mental no esporte.

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Rayssa Leal reage à eliminação na etapa de Paris da SLS e fala sobre saúde mental 🛹🧠🧵: 'Faço terapia para não me sentir mal' — em live, ela disse que deu o melhor, evita críticas e anda de skate pelo prazer, não só por título.

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Contexto: aos 17 anos, bicampeã olímpica e vencedora em Miami e Brasília, Rayssa acertou só 2/5 manobras em Paris e somou 15,9 — fora da final. Técnicas falharam, mas o que chama atenção foi a resposta emocional diante da pressão.

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Quando uma jovem estrela diz 'faço terapia', é um ato que desestigmatiza. Mas sejamos críticos: quantos atletas têm acesso a acompanhamento psicológico contínuo e de qualidade? Terapia não pode ser privilégio — precisa ser parte da estrutura esportiva.

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Quem cria pressão? Mídia, patrocinadores e calendário exaustivo concentram expectativas em nomes jovens. Federações e ligas, como a SLS, têm papel em protocolos de bem‑estar: suporte pós‑competição, limites de exposição e normas que protejam a saúde mental.

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O que pode mudar na prática: psicólogos integrados às equipes, educação emocional nas categorias de base, cobertura de terapias por patrocinadores/clubes e políticas públicas que democratizem acesso. Atenção especial a atletas de baixa renda e minorias.

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Reflexão final: a fala de Rayssa é mais que desabafo — é lembrete de que rendimento e bem‑estar andam juntos. Se queremos esportes humanos, tratemos saúde mental como preparo essencial, não como exceção. Isso exige mudança cultural e estrutural.

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