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Haddad diz que votação pode acontecer já nesta semana — mudança que promete mexer com renda, empresas e a equidade fiscal 🇧🇷🧾

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Haddad: nesta semana vamos possivelmente votar reforma da renda e terminar a reforma do consumo 🧾🧵 — declaração feita em evento do Itaú BBA. Se aprovado, pacote pode redesenhar carga tributária e afetar empresas, consumidores e arrecadação.

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O núcleo da proposta: isenção do IR para quem ganha até R$5.000/mês e criação de um imposto mínimo para rendas acima de R$1 milhão/ano. Haddad classifica a compensação como “razoável” — a pergunta é: suficiente para equilibrar justiça e receita?

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Comparando internacionalmente, muitos países usam alíquotas mínimas graduais ou contribuições extraordinárias em altos rendimentos. Haddad disse que a medida pode até ser "acanhada" — sinal de política cautelosa, talvez para evitar resistência imediata.

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Reforma do consumo na fase final: objetivo é simplificar tributos sobre bens e serviços. Impacto prático? Pode reduzir custos administrativos para empresas, mas depende de como serão tratados setores sensíveis (alimentação, energia, transporte).

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Há consenso público sobre necessidade de justiça tributária, segundo Haddad — mas cuidado: harmonia entre Executivo e Legislativo não garante ausência de lobby. Monitorar emendas que criem isenções indevidas é essencial para equidade e sustentabilidade fiscal.

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Para o mercado, clareza nas reformas tende a melhorar previsibilidade fiscal e confiança — isso pode influenciar juros, spread e avaliações de risco. Para a sociedade, a chave será traduzir arrecadação em políticas sociais e investimentos inclusivos.

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Reflexão final: votar rápido é importante, mas qualidade importa mais que velocidade. A escolha hoje define se a reforma será uma oportunidade real de reduzir desigualdades e ampliar acesso ou apenas um rearranjo técnico de impostos.

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