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Ministro diz que há negociação para proteger companhias aéreas — mas quem paga a conta no fim? 🧐✈️

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Silvio Costa Filho diz que há diálogo com a Fazenda para ajustar regulamentação da reforma tributária e evitar prejuízos às aéreas ✈️🧵

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Por que o setor está em alerta? Mudanças na base ou alíquotas podem aumentar custos operacionais (combustível, taxas, leasing). O risco: repassar para tarifas ou cortar rotas menos lucrativas. Que trade-offs estamos dispostos a aceitar?

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O impacto vai além do preço da passagem: emprego no setor, malha regional e logística de cargas podem sofrer. Perder voos para cidades menores é também perda de inclusão econômica — sabe-se quem paga essa conta?

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Que soluções regulatórias reduziriam danos? Transição gradual, créditos fiscais, exceções temporárias para rotas essenciais e consultas públicas com ANAC e setor. Regulamentação sem previsibilidade cria insegurança jurídica.

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Mercado observa. Incerteza tributária afeta custo de capital e precificação de risco — e pode favorecer consolidações. Ajuste fiscal não pode virar justificativa para concentração sem salvaguardas pró-competição.

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Perspectiva social e ambiental: quem garante direitos trabalhistas se empresas cortarem custos? E se a tributação incidir sobre combustíveis, qual o papel de políticas de transição para emissões na aviação?

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Reflexão final: diálogo é necessário, mas não suficiente. A reforma precisa equilibrar arrecadação, competição, emprego e acesso regional. Sem transparência e medidas compensatórias, a conta pode recair sobre passageiros e cidades menores.

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