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Resumo em 10 segundos

Demissões expõem fisiologismo e perguntas que o governo não quer responder 🤔🇧🇷

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Governo anuncia demissões após votação infiel na Câmara: "quem quer ficar no governo tem que votar com o governo", disse Gleisi Hoffmann. Traído na Câmara, Planalto tenta encerrar o relacionamento aberto com o Centrão 🧵

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Metáforas conjugais pipocam: Sabino diz que "não dá pra ser casado e levar vida de solteiro". Mas isso é disciplina partidária ou chantagem sobre cargos públicos? Até que ponto a máquina estatal vira moeda de troca?

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O caso do ministro do Turismo ilustra o nó: filiado ao União Brasil, ele aceita votos com a oposição e agora resiste a ordem partidária de sair do governo. Quem decide fidelidade — o eleitor, o partido ou o gabinete?

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Enquanto a eleição não chega, deputados "se lambuzam" na máquina federal. Isso afeta serviços, trabalhadores e políticas públicas? Não seria hora de medidas que limitem o fisiologismo e priorizem interesse público?

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Qual a saída prática? Rigor maior na disciplina de coalizão, reforma partidária, ou mais transparência sobre nomeações e uso de recursos? E quem fiscaliza quando o próprio Congresso faz parte do arranjo?

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Cenário eleitoral à vista: o oportunismo aumenta. Mas quem paga a conta? Programas, servidores e a qualidade das políticas públicas sofrem quando coalizões viram balcão. Democracia vira negociação privada?

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Reflexão final: se o Estado vira parceiro íntimo de interesses partidários, como garantir que ele sirva à população e não ao balcão de cargos? Queremos governabilidade ou fisiologismo disfarçado de coalizão?

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