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Resumo em 10 segundos

Do filamento descartado à peça pronta: um ateliê aberto mostra, na prática, como plástico e impressão 3D podem circular melhor. ♻️🧩

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Restos de impressão 3D podem virar brinquedos, placas de design e mais um monte de coisa útil. ♻️🧩 No Sesc Avenida Paulista, um laboratório aberto vai mostrar esse processo do começo ao fim — e com participação do público. 🧵

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A proposta é bem mão na massa: conhecer o sistema de reciclagem, separar o plástico, triturar o material e transformar tudo em novas peças acabadas. Aquele “lixo” de uma impressão pode ganhar outra vida ali mesmo.

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A matéria-prima principal será sobra de filamento PLA, plástico muito usado em impressão 3D. Ele é produzido a partir de fontes orgânicas, mas isso não dispensa descarte e tratamento corretos: reciclar continua sendo parte essencial da história.

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O sistema usado vem da Precious Plastic, iniciativa de código aberto. Na prática, os projetos das máquinas e processos podem ser acessados, adaptados e replicados — uma ideia poderosa para espalhar conhecimento em vez de deixá-lo fechado.

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E não é só uma demonstração tecnológica. Ver o plástico ser separado, moído e remodelado ajuda a entender a ciência dos materiais de um jeito direto: composição, temperatura, moldagem e design trabalhando juntos.

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A atividade é conduzida por Daniel Seda, educador de Tecnologias e Artes do Sesc Avenida Paulista, artista e pesquisador de origami, software livre e código aberto. Uma mistura boa de criatividade, técnica e investigação.

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As vagas são limitadas, com senhas entregues no local 30 minutos antes. Mais do que fazer uma peça nova, a experiência deixa uma pergunta ótima: quantos materiais que a gente chama de descarte ainda têm potencial guardado?

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