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🎙️ A propaganda eleitoral chega à reta final com estratégias bem diferentes — e uma disputa por mobilização, renda e proteção social. 🧵

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A reta final da propaganda eleitoral colocou duas estratégias em contraste: Flávio Bolsonaro reuniu nomes do sertanejo e falou de economia e segurança; Lula usou o programa para confrontar o rival e defender sua agenda social. 🎙️🧵

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No programa de Flávio, o Hino Nacional abriu espaço para participações de Gusttavo Lima, Marrone e Rodolffo. A campanha também exibiu viagens pelo país e reforçou a mensagem de proximidade com eleitores.

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O senador concentrou críticas no endividamento das famílias, no poder de compra e na criminalidade. São temas que pesam no cotidiano — e que exigem debate sério sobre renda, emprego, crédito responsável e políticas eficazes de segurança.

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Entre as promessas, Flávio citou a retomada do Perse, programa emergencial voltado ao setor de eventos. O tema mobiliza trabalhadores, artistas e pequenos negócios, mas também traz o desafio de combinar incentivo econômico com transparência fiscal.

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Já Lula dedicou parte do último programa a atacar o adversário sobre investigações e propostas econômicas, antes de adotar tom de despedida. A campanha petista também buscou destacar programas sociais e chamar sua base para a mobilização até domingo.

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Mais do que jingles, artistas ou ataques, a reta final revela uma disputa por prioridades: como reduzir dívidas, ampliar oportunidades, proteger direitos sociais e fazer o Estado chegar a quem mais precisa. O voto secreto garante que essa escolha seja livre.

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A boa notícia para a democracia é que temas concretos estão no centro da conversa: custo de vida, emprego, cultura, segurança e proteção social. No fim, a participação informada de cada pessoa é o que transforma promessa de campanha em cobrança pública.

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