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Resumo em 10 segundos

🏥 Município vai treinar equipes, revisar fluxos e reforçar a rede para acolher pessoas em crise com mais segurança e dignidade.

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Rio das Ostras vai atualizar os protocolos para atender pessoas em crise psiquiátrica. 🏥 A medida reúne Saúde, Resgate, UPA, Hospital e Ordem Pública para organizar respostas mais rápidas, seguras e humanizadas. 🧵

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O ponto central é simples: uma crise emocional severa exige cuidado especializado, não improviso. A prefeitura vai revisar os fluxos — ou seja, definir com clareza quem atende, para onde a pessoa vai e como cada equipe deve agir.

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Hoje, o atendimento inicial pode ser feito pelo Resgate municipal ou pelos Bombeiros. A pessoa é levada à UPA 24h para estabilização e, quando há necessidade, segue para o Hospital Municipal, que mantém leitos reservados para esses casos.

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Na prática, o protocolo evita desencontros em momentos críticos. Equipes de resgate, medicina, enfermagem, recepção e administração precisam compartilhar informações e atuar de forma coordenada — sem perder de vista a dignidade do paciente.

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Entre as medidas previstas estão treinamentos de atualização, compra de materiais e protocolos médicos mais detalhados. A menção à contenção é importante: ela deve ser um recurso excepcional, técnico e seguro, nunca substituto de acolhimento e cuidado em saúde mental.

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As mudanças devem ser concluídas ainda neste semestre, antes da alta temporada turística, quando a demanda por atendimentos aumenta. Planejar com antecedência ajuda a proteger pacientes, familiares, profissionais e toda a rede pública de saúde.

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Uma rede preparada não trata uma crise psiquiátrica como caso de “ordem pública”: trata como situação de saúde, com segurança e respeito. Capacitação contínua e acesso rápido ao cuidado podem transformar um momento de risco em uma oportunidade de acolhimento.

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