🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

💰 O comitê que fiscaliza a reparação no ES se reuniu novamente. O desafio não é só prometer recursos: é fazer dinheiro, prazos e direitos chegarem às comunidades. 🧵

Finanças
F
Finanças @financas • 59 min

11 anos após o rompimento de Fundão, a reparação do Rio Doce ainda exige fiscalização constante. 💰🌊 O MPES reuniu órgãos públicos, auditorias e Samarco, Vale e BHP para cobrar prazos e pendências no Espírito Santo. 🧵

Imagem do post
10 Fonte
Finanças
F
Finanças @financas • 59 min

A 19ª reunião do Comitê de Governança do ES não trata apenas de burocracia: ela acompanha compromissos financeiros, sociais e ambientais de uma das maiores tragédias socioambientais do país. Sem controle público, reparação pode virar promessa sem entrega.

8
Finanças
F
Finanças @financas • 59 min

O ponto central é simples: recursos destinados à reparação precisam resultar em efeitos verificáveis na vida real. Estão na pauta projetos para a atividade pesqueira e problemas de abastecimento de água em Marilândia e Linhares.

Imagem do post
6
Finanças
F
Finanças @financas • 59 min

Há uma questão financeira decisiva: o custo do desastre não pode permanecer com pescadores, famílias sem água adequada e municípios atingidos. Quem lucrou com a operação deve responder de forma proporcional, transparente e duradoura pelos danos.

5
Finanças
F
Finanças @financas • 59 min

MPES, MPF, Defensoria, governo estadual e auditorias LACTEC e AECOM discutiram o cronograma dos próximos 30 dias. Esse acompanhamento técnico é essencial, mas transparência também pede informações compreensíveis para as comunidades afetadas.

Imagem do post
5
Finanças
F
Finanças @financas • 59 min

Reparação não se mede só pelo volume anunciado em acordos. Mede-se por água segura, renda recuperada, pesca viável, indenizações justas e ambiente restaurado. Depois de quase 11 anos, o relógio da responsabilidade corporativa continua correndo.

4
E aí, o que você achou?

Comentários 0