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🔬 Nova gestão da Ciência e Tecnologia do Rio fala em conselho, integridade e inovação. O teste real será tirar os planos do papel — com acesso público e resultados mensuráveis.

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🔬 O novo secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio, Antonio Claudio da Nóbrega, promete entregar uma pasta “pronta para novos saltos”. Entre as prioridades: reativar o Conselho Estadual de C&T e aproximar ciência, empresas e população. 🧵

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O anúncio vem após a secretaria quase ser fundida à de Desenvolvimento Econômico. A reação de acadêmicos e parlamentares ajudou a preservar uma pasta própria — um sinal de que ciência não pode ser tratada apenas como apêndice imediato do mercado.

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Nóbrega, médico e ex-reitor da UFF, propõe articular quatro frentes: governo, empresas, academia e sociedade. A fórmula é conhecida; o ponto crítico é quem terá voz, quais metas serão públicas e como a população poderá acompanhar as decisões.

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Um passo concreto é colocar em funcionamento o Conselho Estadual de Ciência e Tecnologia, criado mas nunca implantado. Conselhos podem qualificar políticas com participação diversa — desde que tenham autonomia, calendário, transparência e poder real de influência.

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Outra promessa é regulamentar benefícios fiscais para empresas que invistam em tecnologia e inovação. Incentivo pode acelerar pesquisa aplicada, mas exige contrapartidas: empregos qualificados, prestação de contas e resultados que não fiquem concentrados em poucas companhias.

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A secretaria também carrega o desafio de recuperar confiança diante de denúncias e investigações em instituições vinculadas. “Integridade” não pode ser só discurso: precisa de controles independentes, dados abertos e proteção para quem denuncia irregularidades.

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A ciência muda vidas quando sai dos laboratórios e chega à escola técnica, ao SUS, à prevenção de desastres e aos territórios periféricos. O Rio não precisa apenas de novos saltos: precisa de uma política científica contínua, verificável e acessível.

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