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🗳️ Com 16 opções citadas na reportagem, eleitorado fluminense decidirá duas cadeiras que podem influenciar CPIs, indicações ao STF e a fiscalização do governo.

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O Rio de Janeiro escolherá 2 senadores em 4 de outubro de 2026 — entre 16 opções citadas pela reportagem. 🗳️ Não é uma eleição “menor”: essas cadeiras influenciam CPIs, nomeações ao STF e a fiscalização do governo. 🧵

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O Senado não executa obras nem administra escolas e hospitais diretamente, mas decide regras e controles que chegam à vida real. Senadores votam leis, Orçamento e autoridades indicadas pela Presidência — inclusive PGR, diplomatas e ministros do STF.

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Duas vagas abertas elevam o peso da eleição: cada eleitor poderá escolher dois nomes. Com mais de 13 milhões de eleitores em 92 municípios, a representação do Rio também precisa refletir desigualdades regionais, raciais, de gênero e de renda do estado.

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A reportagem apresenta perfis de concorrentes com trajetórias na segurança pública, no ambientalismo e em mandatos eletivos. O ponto decisivo, porém, não é só currículo: quais compromissos cada candidatura assume com transparência, trabalho, serviços públicos e clima?

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Vale olhar além do slogan. Um senador pode ajudar a investigar abusos de poder via CPI, mas também pode bloquear apurações. Pode defender regulação contra monopólios e proteção ambiental — ou priorizar interesses concentrados. Fiscalização exige independência.

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Na urna, o número do Senado tem 3 dígitos. Como celulares são proibidos na cabine, a Justiça Eleitoral recomenda levar uma cola eleitoral em papel. Antes de decidir, confirme no TSE a lista final, o partido e a situação de cada candidatura. Voto informado começa na checagem.

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