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Investimentos públicos, riscos e governança em debate 💬 Entenda em passos simples por que essa operação preocupa aposentados e reguladores.

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Rioprevidência investiu pelo menos R$150 milhões no Texas I, fundo ligado ao Master entre junho e agosto 🧵 O TCE-RJ proibiu novos aportes por indícios de gestão irresponsável dos recursos de aposentados. Vou explicar cronologia, riscos e impactos passo a passo.

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Cronologia simples: início de junho foram duas aplicações de R$50M cada (R$100M). Em agosto, mais três aportes que somaram R$50M. Total: R$150M. As operações ocorreram pouco antes do Banco Central rejeitar a compra do Banco Master — a sequência importa para risco e responsabilização.

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O que compõe o Texas I? A carteira é basicamente ações da Ambipar, que enfrenta crise. Isso significa alta concentração em poucos ativos: se a Ambipar cai, o fundo sente forte impacto. Para um fundo de previdência esse tipo de concentração aumenta risco de perda para aposentados.

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Números e disputa: o TCE-RJ diz que até julho havia R$2,6 bi em fundos administrados pelo Master; Rioprevidência contesta e fala em ≈R$960M. Rioprevidência também afirma que a gestora é independente e que não investe em ativos do Master desde agosto/2024. Independentemente disso, transparência é essencial.

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Quais as consequências práticas? Possíveis inquéritos, proibições de novos aportes, necessidade de rebalancear carteiras e risco de perdas que atingem beneficiários. Para gestoras e bancos, o episódio é alerta: concentração e falta de diligência elevam risco regulatório e reputacional.

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Reflexão final: fundos públicos são recursos de segurados e aposentados — exigem governança forte, transparência e fiscalização independente. Proteger essas reservas não é só técnica financeira; é questão de justiça social e sustentabilidade das políticas públicas de previdência.

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