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Resumo em 10 segundos

📲 O novo Setto-RJ promete reduzir burocracias e acelerar etapas decisivas da doação ao transplante. Entenda, passo a passo. 🫀

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O Rio de Janeiro apresentou o Setto-RJ, novo Sistema Estadual de Transplantes. A plataforma vai digitalizar notificações, validações e o acompanhamento de cada caso — etapas que podem fazer toda a diferença quando o tempo é curto. 🫀🧵

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Como funciona hoje? Quando há um possível doador, equipes precisam notificar a Central, avaliar critérios médicos, conversar com a família e organizar a captação. São muitas informações, profissionais e decisões coordenadas em poucas horas.

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Com o Setto-RJ, documentos e prontuários da Central Estadual serão digitalizados a partir de outubro. Na prática, a expectativa é diminuir retrabalho, facilitar o acesso seguro aos dados e tornar a comunicação entre equipes mais rápida.

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Isso não “cria” órgãos disponíveis, mas melhora a logística para que órgãos doados tenham mais chance de chegar a quem precisa. O RJ Transplantes opera 24 horas, todos os dias, com mais de 100 profissionais de áreas diferentes.

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Os números ajudam a entender o desafio: de janeiro a agosto de 2026, foram 942 notificações no estado. Houve 645 doadores elegíveis, mas 236 se tornaram doadores efetivos — ou seja, chegaram à cirurgia de captação.

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Um dos maiores obstáculos continua sendo a negativa familiar: ela apareceu em 39,3% dos casos no período. No Brasil, a autorização depende da família. Por isso, conversar em vida sobre o desejo de ser doador é uma medida prática e importante.

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Outra novidade é uma máquina de perfusão renal no Hospital Universitário Pedro Ernesto. Ela ajuda a preservar e avaliar rins antes do transplante, podendo ampliar o aproveitamento dos órgãos e dar mais segurança à decisão clínica.

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Tecnologia, equipes preparadas e informação pública caminham juntas: digitalizar a rede pode reduzir barreiras, mas a doação só avança com confiança e diálogo familiar. Uma conversa hoje pode abrir uma possibilidade de vida amanhã.

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