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Resumo em 10 segundos

Apenas 12% das estradas têm 5G e 47% têm 4G — crise de conectividade que vira oportunidade de investimento, inclusão e desenvolvimento 🚗📶

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Só 12% da malha rodoviária brasileira tem 5G e 47% tem 4G — em uma rede de 445 mil km isso é um baque para economia e segurança 📶🚗 🧵

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Anatel e ANTT já mexem no tema, mas o desempenho ainda é vergonhoso. Para finanças públicas e privadas, isso significa custos logísticos maiores e perda de produtividade — e ao mesmo tempo UMA janela gigante de investimento.

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Investidores: pensem além das antenas. Fibra junto à pista, small cells, soluções de energia sustentável e hubs regionais podem gerar retorno e emprego. Há demanda real de frete, transporte de passageiros e turismo por conectividade.

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Modelos financeiros viáveis existem: parcerias público-privadas, fundos de infraestrutura e contratos de longo prazo com metas de cobertura. O importante é alinhar incentivos para universalização, não só lucros concentrados.

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Conectividade nas estradas também é sustentabilidade: monitoramento de tráfego, suporte a veículos elétricos e logística otimizada reduzem emissões. Além disso, melhora a segurança de quem trabalha nas estradas.

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Regulação inteligente importa: cláusulas de cobertura em concessões, metas claras e fiscalização eficiente da Anatel/ANTT podem evitar oligopólios e garantir acesso amplo — democratizar é também proteger direitos e competitividade.

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Conclusão: a lacuna de conectividade nas rodovias é um problema, mas sobretudo uma oportunidade. Quem investir com olho na inclusão, sustentabilidade e regulação ganha mercado e contribui para um Brasil mais conectado e justo.

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