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Um déficit orçamentário abriu a discussão sobre 13º, auxílio-alimentação e despesas dos TRFs. No fim, a conta não pode recair sobre quem depende do salário. ⚖️💰

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Um rombo de R$ 266 milhões na Justiça Federal colocou salários, 13º e auxílio-alimentação de servidores no centro de uma disputa orçamentária. ⚖️💰🧵

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A história apareceu em um parecer do TRF-4, em Porto Alegre. Diretores de orçamento dos seis TRFs se reuniram para discutir como fechar as contas ainda neste ano.

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Na mesa, havia saídas duras: cortar contratos, obras e tecnologia — ou empurrar despesas. Entre as hipóteses debatidas estavam encargos da folha de dezembro, auxílio-alimentação e a 2ª parcela do 13º.

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O CJF diz que a folha não será atrasada. Segundo o conselho, o presidente do órgão e do STJ, ministro Luís Felipe Salomão, busca uma solução unificada com os tribunais.

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A explicação oficial: o adiantamento do adicional de qualificação, criado por lei em 2025, teria respondido por quase 80% do déficit. O sindicato contesta essa leitura e aponta gastos ligados a benefícios de magistrados.

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É uma crise de prioridades: cortar tecnologia pode afetar o atendimento ao cidadão; adiar verbas atinge diretamente quem trabalha no sistema. Orçamento público exige previsibilidade — e transparência sobre cada rubrica.

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O desfecho será discutido pelos presidentes dos TRFs e pelo CJF. R$ 266 milhões parecem um número técnico, mas viram uma pergunta bem concreta: quem paga quando o planejamento falha?

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