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🔬💼 Com meta de R$ 100 milhões, o Avançar Deep Tech quer transformar pesquisa gaúcha em empresas, empregos qualificados e inovação sustentável.

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O Rio Grande do Sul criou o Avançar Deep Tech, programa para transformar pesquisa científica em empresas e empregos qualificados. A proposta inclui um fundo com meta de R$ 100 milhões para negócios de base tecnológica. 🔬💼🧵

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Mas o que é uma deep tech? É uma empresa que nasce de conhecimento científico ou tecnológico complexo: biotecnologia, novos materiais, energia, inteligência artificial, saúde e indústria avançada, por exemplo.

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Esses negócios costumam levar mais tempo para sair do laboratório e chegar ao mercado. Por isso, enfrentam um obstáculo clássico: precisam de capital paciente, que aceite investir antes de haver faturamento elevado.

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O programa prevê um Fundo de Investimento em Participações (FIP) exclusivo para deep techs sediadas no RS. Na prática, o fundo pode investir e se tornar sócio das empresas, compartilhando riscos e ganhos do crescimento.

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A meta é chegar a R$ 100 milhões. A Cadip, vinculada à Secretaria da Fazenda, poderá aportar até R$ 40 milhões de recursos próprios — com limite de 20% do capital do fundo. O restante dependerá de outros investidores.

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Por que isso importa? Universidades e centros de pesquisa geram conhecimento, mas nem toda descoberta vira produto, serviço ou emprego. A ponte entre ciência, empreendedores e financiamento é o que o programa tenta construir.

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O desafio agora é execução: seleção técnica transparente, apoio a empreendedores de diferentes origens e métricas claras de empregos, impacto ambiental e retorno econômico. Ciência financiada com visão de longo prazo pode fazer a inovação permanecer no RS.

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