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Economista prevê que debate fiscal vai dominar 2026 e que medidas duras são quase inevitáveis 🧾🤝

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Samuel Pessôa diz que o Brasil não escapa de um ajuste fiscal e que pode rolar nova alta de impostos em 2027 🧾🤯 🧵

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Ele ficou otimista com um ponto: o tema fiscal deve obrigar candidatos a se posicionarem em 2026. Segundo Pessôa, é difícil passar a campanha sem discutir juros, dívida e contas públicas — a sociedade tá sentindo o desconforto.

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Propostas inevitáveis pós-eleição, na visão dele: desindexar o salário mínimo e os gastos mínimos constitucionais (saúde e educação) da receita, e abrir espaço pra uma nova rodada de aumento da carga tributária. Ou seja: mexe em coisas sensíveis.

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O que isso significa na prática? Menos correção automática por fórmula = mais política fiscal ativa. E aumento de impostos pode ser necessário pra reduzir ritmo da dívida. Importante: dá pra fazer isso com foco na justiça fiscal, protegendo quem mais precisa.

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No jogo político, candidatos vão ter que explicar: corta gasto, aumenta tributo, ou mistura dos dois? Pessôa aposta que a pressão pública força o debate — e aí entra a necessidade de políticas que equilibrem responsabilidade fiscal com proteção social.

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Reflexão final: ajuste fiscal é mais que número no papel — é escolha sobre quem paga a conta. Se o país for atrás de superávit primário estrutural, é preciso combinar eficiência, reforma tributária justa e proteção dos bens públicos (saúde, educação). Vem debate quente em 2026.

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