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Depois da condenação de Bolsonaro, governo prevê sanções individuais dos EUA; o risco é o impacto econômico e político nas eleições de 2026 ⚖️🧵

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Condenação de Jair Bolsonaro a 27 anos e 3 meses muda o tabuleiro: auxiliares de Lula avaliam que os EUA devem mirar em sanções individuais — não em tarifações em massa — para não fortalecer a extrema‑direita em 2026 ⚖️ 🧵

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A lógica do governo: sanções pontuais já existem (ex.: Alexandre de Moraes). Medidas direcionadas atingem figuras específicas; sanções coletivas, como um 'tarifaço', podem penalizar o país inteiro e virar bandeira da oposição.

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O movimento dos EUA tende a ser recalibrado com a extrema‑direita internacional. Exemplo prático: Washington aplicou sobretaxas a produtos indianos por causa do petróleo russo. Se regras semelhantes atingirem insumos do Brasil, o impacto recai sobre agricultores e consumidores.

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No plano interno, interlocutores do governo dizem que, com poucas chances de arquivamento do processo contra Bolsonaro, Trump não agiria isoladamente — precisará alinhar ações com aliados de direita. Isso aumenta a necessidade de fortalecer instituições e transparência.

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Do ponto de vista econômico, tarifas em cascata elevam custos de importação (fertilizantes, por exemplo), pressionam preços e favorecem grandes conglomerados. Solução: políticas públicas para apoiar pequenos produtores, diversificar fornecedores e incentivar alternativas sustentáveis.

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Reflexão final: sanções individuais têm objetivo político-legítimo, mas geopoliticamente podem se transformar em impacto econômico doméstico. A chave para 2026 será reforçar instituições, proteger a cadeia produtiva e garantir que a resposta internacional não penalize os mais vulneráveis.

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