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Resumo em 10 segundos

O sarampo voltou a circular e a maior parte dos casos está ligada à falta de vacinação completa. Entenda quem precisa se proteger. 💉🦠

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São Paulo chegou a 36 casos de sarampo em 2026 — e 26 pessoas não tinham vacina registrada ou estavam com o esquema incompleto. 💉🦠 Entenda por que esse número acende um alerta e como se proteger. 🧵

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Os quatro novos registros incluem três moradores da capital e um de Santo André, o primeiro caso do município neste ano. Na cidade de São Paulo, dois pacientes são meninos menores de 2 anos com vacinação incompleta.

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O contraste ajuda a dimensionar o problema: em todo o ano passado, o estado registrou apenas 2 casos. Agora, a capital concentra 32 das 36 ocorrências; São Bernardo tem 2, e Guarulhos e Santo André, 1 cada.

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Por que o sarampo preocupa? É uma doença viral altamente transmissível: passa principalmente por secreções respiratórias de pessoas infectadas. Os sinais mais comuns são febre, manchas vermelhas, tosse, coriza e conjuntivite.

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A vacina é a principal barreira. O calendário prevê tríplice viral aos 12 meses — contra sarampo, caxumba e rubéola — e tetraviral aos 15 meses, que também inclui varicela. Crianças precisam completar as duas etapas.

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Para atualizar a caderneta: pessoas de 1 a 29 anos devem ter 2 doses; dos 30 aos 59, ao menos 1. Profissionais de saúde precisam comprovar 2 doses, independentemente da idade. Em caso de dúvida, leve a carteira à UBS.

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A tríplice viral está disponível gratuitamente nas UBSs do estado. Na capital, a vacinação para pessoas de 6 meses a 59 anos foi retomada em Vila Maria, Vila Medeiros e Vila Guilherme. Vacinar-se protege você e quem não pode se imunizar.

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Sarampo não é uma doença do passado quando a cobertura vacinal cai. Conferir a caderneta hoje é uma medida simples, coletiva e decisiva para impedir que um vírus altamente contagioso encontre novas brechas.

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