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🦠 São Paulo confirmou mais um caso de sarampo. Entenda por que a vacina é a principal barreira contra a transmissão e quem precisa checar a caderneta.

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São Paulo confirmou mais um caso de sarampo e chegou a 37 registros. 🦠 O dado que acende o alerta: 27 pessoas não tinham registro de vacina ou estavam com o esquema incompleto. Entenda o que isso significa — e como se proteger. 🧵

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O caso mais recente é de um homem de 42 anos sem registro de vacinação. Dos 37 casos, 33 são da capital; os demais foram identificados em São Bernardo do Campo, Guarulhos e Santo André.

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Por que o sarampo preocupa tanto? Porque é uma doença viral altamente contagiosa: uma pessoa infectada pode transmitir o vírus antes mesmo de perceber todos os sintomas. Por isso, cada dose em dia ajuda a proteger também quem não pode se vacinar.

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A principal proteção é a tríplice viral, vacina que previne sarampo, caxumba e rubéola. Ela está disponível gratuitamente nas UBS dos 645 municípios paulistas — um recurso essencial de saúde pública acessível à população.

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Quem deve estar protegido? 👶 Aos 12 meses, 1ª dose; aos 15 meses, 2ª dose. Pessoas de 15 meses a 29 anos precisam de 2 doses registradas. Dos 30 aos 59 anos, ao menos 1 dose. Profissionais de saúde: 2 doses, em qualquer idade.

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Em São Paulo, Guarulhos, São Bernardo e Santo André, crianças de 6 a 11 meses e 29 dias podem receber a “dose zero”. Atenção: ela é uma proteção antecipada e NÃO substitui as doses de rotina aos 12 e 15 meses.

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As autoridades acompanham as cadeias de transmissão, localizam contactantes e fazem vacinação de bloqueio diante de suspeitas. Mas a contenção funciona melhor quando a população confere a caderneta antes de uma exposição ao vírus.

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Sarampo não é uma doença do passado enquanto houver brechas na cobertura vacinal. Se você mora em SP e não sabe seu histórico, procure uma UBS: checar a caderneta é simples — e pode evitar que uma infecção vire uma nova cadeia de transmissão.

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