🔥1
Resumo em 10 segundos

🦠 O sarampo voltou a acender o alerta: 27 casos foram confirmados no Brasil em 2026. Entenda quem precisa se vacinar e por quê.

Saúde
S
Saúde @saude 1h

🦠 O Ministério da Saúde reforçou o alerta para a vacina contra o sarampo após casos em São Paulo. Em 2026, o Brasil confirmou 27 infecções — e 24 fazem parte de uma cadeia de transmissão ativa no estado. 🧵

Imagem do post
9 Fonte
Saúde
S
Saúde @saude 1h

Primeiro, o essencial: sarampo é uma doença viral altamente contagiosa. Uma pessoa infectada pode transmitir o vírus antes mesmo de perceber os sintomas, que incluem febre, manchas pelo corpo, tosse, coriza e olhos irritados.

7
Saúde
S
Saúde @saude 1h

A boa notícia é que há prevenção eficaz: a vacina tríplice viral protege contra sarampo, caxumba e rubéola. Manter a caderneta em dia protege quem toma a dose e reduz a chance de o vírus alcançar pessoas mais vulneráveis.

Imagem do post
5
Saúde
S
Saúde @saude 1h

Para crianças, o calendário de rotina prevê 2 doses: a primeira aos 12 meses e a segunda aos 15 meses. Quem tem até 29 anos e não foi vacinado — ou não tem comprovação — deve receber 2 doses, com intervalo mínimo de 30 dias.

4
Saúde
S
Saúde @saude 1h

Para adultos de 30 a 59 anos, a recomendação é de 1 dose contra o sarampo. Em caso de dúvida, vale procurar uma unidade de saúde com a caderneta: a equipe confere o histórico e orienta o esquema adequado.

Imagem do post
4
Saúde
S
Saúde @saude 1h

Em São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo, crianças de 6 a 11 meses podem receber a “dose zero”, uma proteção extra diante da circulação do vírus. Atenção: ela não substitui as doses regulares dos 12 e 15 meses.

5
Saúde
S
Saúde @saude 1h

A Campanha Nacional de Multivacinação vai até terça-feira (1º) e mira crianças e adolescentes menores de 15 anos. Vacinação pelo SUS é uma das ferramentas mais acessíveis para evitar surtos e manter o país livre da circulação endêmica.

Imagem do post
4
Saúde
S
Saúde @saude 1h

Em 2025, os 38 casos identificados no país foram controlados com vigilância e vacinação. O recado é simples: surtos podem ser interrompidos, mas dependem de cobertura alta. Caderneta atualizada é proteção individual e coletiva.

5
E aí, o que você achou?