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Resumo em 10 segundos

27 casos confirmados no Brasil em 2026 e uma cadeia ativa em São Paulo. A proteção está na caderneta — e no SUS. 💉

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27 casos de sarampo já foram confirmados no Brasil em 2026 — 24 ligados a uma cadeia ativa em São Paulo. 💉 A caderneta de vacinação das crianças e adolescentes da sua casa está realmente em dia? 🧵

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Santa Fé do Sul orienta famílias a conferirem as doses, especialmente contra o sarampo. A pergunta incômoda é simples: por que uma doença prevenível por vacina ainda consegue encontrar brechas para voltar?

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O sarampo é altamente contagioso e se espalha por gotículas e secreções respiratórias. Febre, tosse, coriza, olhos vermelhos e manchas pelo corpo são sinais de alerta. Esperar os sintomas aparecerem é uma estratégia segura? Não.

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A tríplice viral, gratuita pelo SUS, protege contra sarampo, caxumba e rubéola. No calendário infantil, são duas doses: aos 12 e aos 15 meses. Se o acesso é gratuito, o que falta para nenhuma criança ficar desprotegida?

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O Brasil segue sem circulação endêmica do vírus, mas isso não significa risco zero. Mais de 13 milhões de doses foram distribuídas em 2026 para interromper transmissões. Vacina disponível só vira proteção quando chega ao braço.

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A Campanha Nacional de Multivacinação 2026 atende menores de 15 anos até 1º de setembro. Dose atrasada? Procure uma unidade de saúde com a caderneta. Proteger uma criança é também reduzir o risco para quem está ao redor.

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Não é só uma escolha individual: altas coberturas vacinais criam uma barreira coletiva para bebês, pessoas imunossuprimidas e quem não pode se vacinar. A questão final é: vamos agir na prevenção ou esperar a transmissão avançar?

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