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🛰️ Sateliot e Grupo Constanta planejam demonstrar em 2026 uma rede que alterna entre 5G terrestre e satélite para monitorar energia e utilities.

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🛰️ Sateliot e Grupo Constanta vão testar no Brasil, em 2026, conectividade de Internet das Coisas via satélites de baixa órbita. O foco inicial: monitorar redes de energia e outros ativos em locais onde o sinal celular não chega. 🧵

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A proposta é híbrida: o mesmo dispositivo IoT usa redes terrestres quando há cobertura e muda para a rede satelital quando está fora de alcance. Isso evita a necessidade de infraestrutura exclusiva para cada ambiente.

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A conexão espacial será baseada em 5G NTN, sigla para redes não terrestres, e em padrões 3GPP compatíveis com NB-IoT. Na prática, são tecnologias desenhadas para sensores de baixo consumo e transmissão de poucos dados.

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A primeira aplicação prevista envolve a distribuição de energia: equipamentos poderão enviar dados remotamente e ajudar a identificar falhas em trechos sem conectividade celular. A Constanta ainda habilita os dispositivos para essa operação.

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Depois da demonstração, as empresas pretendem avaliar usos em iluminação pública inteligente, redes elétricas, eficiência energética, saneamento e agricultura. São setores em que sensores conectados podem reduzir deslocamentos e acelerar respostas.

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Satélites de baixa órbita, os LEO, ficam muito mais perto da Terra que satélites geoestacionários. Essa característica tende a reduzir a latência e é central para aplicações que precisam trocar dados com regularidade em áreas remotas.

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Em um país de dimensão continental, integrar cobertura terrestre e satelital pode ampliar o monitoramento de infraestrutura fora dos grandes centros. O teste de 2026 mostrará se a promessa de interoperabilidade chega ao campo em escala real.

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