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Resumo em 10 segundos

🏥 Caixa propõe ampliar seu custeio do Saúde Caixa, congelar mensalidades em 2026 e preservar regras coletivas. Entenda, ponto a ponto, o que será votado.

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🏥 Após dias de greve, a Caixa apresentou uma nova proposta para o Saúde Caixa — o plano de saúde dos empregados. O texto amplia a participação financeira do banco e será votado em assembleias eletrônicas na segunda (21). 🧵

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1/ O ponto central: a Caixa propõe elevar de 6,5% para 9% da folha de pagamento o teto de sua participação no custeio do plano, a partir de 2027. Em termos simples: aumenta o limite do quanto o banco poderá destinar ao Saúde Caixa.

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2/ A proposta mantém o “pacto intergeracional”: não haverá mensalidade diferente conforme a idade. Isso dilui custos entre gerações e evita que trabalhadores mais velhos sejam penalizados justamente quando tendem a precisar mais de cuidados.

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3/ Para 2026, a promessa é de mensalidades sem reajuste e de absorção, pela Caixa, do déficit do plano. O Saúde Caixa também continua previsto no Acordo Coletivo de Trabalho — uma proteção importante para que regras não mudem unilateralmente.

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4/ A partir de 2027, a contribuição do titular seria de 3,7% da remuneração-base. Dependentes diretos custariam R$ 560; filhos de 21 a 24 anos, R$ 660; e filhos de 24 a 27 anos ou pais/mães remanescentes, R$ 900.

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5/ Há mudanças no uso do plano: a cobrança por consulta em pronto atendimento cairia de R$ 150 para R$ 120. Telemedicina seguiria sem coparticipação — medida que pode facilitar o acesso inicial ao cuidado e evitar deslocamentos desnecessários.

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6/ Se aprovada, os dias úteis parados deverão ser compensados em até 180 dias; a paralisação de 20 de agosto seria abonada. A decisão agora cabe aos empregados: o debate mostra como planos coletivos dependem de negociação e gestão sustentável.

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