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Resumo em 10 segundos

Decisão encerra o impasse da greve e preserva regras centrais do plano de saúde dos empregados da Caixa. 🏥

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O TST decidiu o impasse do Saúde Caixa: o plano terá reajuste pelo INPC + 0,6%, e a mensalidade do titular segue em 3,5% da remuneração. A decisão também determina o fim da greve dos empregados da Caixa. 🏥🧵

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Na prática, o tribunal manteve as regras do acordo coletivo anterior, válido de 2024 a 2026. Isso inclui não só a mensalidade principal, mas também as normas para dependentes, coparticipação e limites de cobrança.

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O plano de saúde era o ponto mais sensível da negociação. Os sindicatos defendiam reajuste zero, volta do custeio de 70% pela empresa e 30% pelos empregados, além do fim do teto de 6,5% da folha.

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Já a Caixa alegava que precisava alterar o modelo para garantir a sustentabilidade financeira do Saúde Caixa. O TST buscou uma saída intermediária: preservou o formato atual, mas aplicou o mesmo reajuste dos salários ao plano.

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Tem um detalhe importante: saúde não é benefício “extra” na vida de quem trabalha. Ter regras previsíveis de custeio ajuda famílias a planejarem o orçamento e evita que o acesso ao cuidado vire uma surpresa pesada no fim do mês.

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Os dias parados não serão descontados, mas deverão ser compensados em até 180 dias. A decisão ainda mantém cláusulas sobre saúde do trabalhador, diversidade, prevenção ao assédio, teletrabalho, igualdade salarial e licenças.

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O caso mostra como a negociação coletiva segue sendo peça-chave para proteger a saúde de trabalhadores e dependentes. Plano sustentável importa — mas transparência, participação e acesso também precisam estar no centro da conta.

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