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🎀 MPF na Paraíba reforça que prevenir mortes por câncer de mama e na gestação exige rede pública forte, acolhedora e acessível.

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Diagnóstico precoce do câncer de mama, assistência obstétrica e prevenção da mortalidade materna: esses foram os pontos centrais de uma ação do MPF na Paraíba pelo Outubro Rosa. 🎀🧵

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O encontro ocorreu no Centro Especializado de Diagnóstico do Câncer (CEDC), em João Pessoa, reunindo profissionais, pacientes e instituições públicas. A ideia é simples — e decisiva: câncer detectado cedo tende a ter mais opções de tratamento.

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Mas o diagnóstico precoce não depende só de lembrar do autocuidado. Ele exige consulta, exame indicado no momento certo, resultado sem demora, encaminhamento e tratamento. Quando uma etapa falha, a pessoa pode perder tempo precioso.

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O MPF destacou que o CEDC precisa ser reconhecido como serviço de referência na rede pública, não como mera “retaguarda”. Na prática, isso significa equipe, equipamentos, manutenção e fluxo organizado para atender quem precisa pelo SUS.

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Outro ponto: recurso público em saúde precisa seguir critérios técnicos e as necessidades reais de cada território. Investir onde há demanda comprovada ajuda a reduzir filas, deslocamentos longos e desigualdades no acesso ao cuidado.

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A discussão também vai além do câncer de mama. Garantir pré-natal, atendimento obstétrico seguro e resposta rápida a complicações é essencial para prevenir mortes maternas — eventos que, em grande parte, podem ser evitados com assistência adequada.

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A mensagem do Outubro Rosa ganha força quando vira política permanente: acolhimento, informação clara e uma rede pública capaz de transformar detecção em tratamento. Cuidar da saúde das mulheres é garantir um direito, todos os dias.

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