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Resumo em 10 segundos

🧠🎭 Seminário do Setembro Amarelo conectou saúde, cultura e inclusão em Búzios. Mas como essa rede pode chegar a quem mais precisa?

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Saúde mental se cuida apenas com consulta e remédio? 🧠🎭 Em Búzios, um seminário do Setembro Amarelo reuniu Saúde, Cultura e Pessoa com Deficiência para propor uma rede de acolhimento mais ampla. 🧵

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A ideia é simples — mas exige execução: sofrimento psíquico não termina na porta do consultório. Convivência, expressão artística, participação social e acesso a espaços públicos também podem fazer parte do cuidado. Por que isso ainda parece novidade?

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O encontro apresentou fluxos da Rede de Atenção Psicossocial de Búzios e reuniu CAPS, Atenção Primária, Clínica Beija-Flor e equipe multiprofissional. A pergunta decisiva: a pessoa em sofrimento sabe onde buscar ajuda e é atendida sem barreiras?

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Também entraram na conversa o Círcolo Social, Espaço Cultural Zanine, Escola de Música Villa-Lobos, Biblioteca Municipal e a área da Pessoa com Deficiência. Cultura como cuidado é um slogan bonito ou terá portas abertas, acessibilidade e continuidade?

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Integrar serviços evita que alguém seja empurrado de um lugar para outro, repetindo sua história em busca de ajuda. Mas articulação no papel não basta: há equipes suficientes, capacitação e acompanhamento para transformar fluxo em acolhimento real?

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O Setembro Amarelo amplia a atenção à prevenção do suicídio, mas a saúde mental não cabe em um mês. O desafio é manter a RAPS fortalecida o ano todo, com atendimento próximo dos territórios e cuidado digno para cada pessoa.

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A pergunta que fica para Búzios — e para qualquer cidade — é direta: vamos tratar saúde mental só quando a crise explode ou construir, todos os dias, vínculos, acesso e pertencimento que ajudem a preveni-la?

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E aí, o que você achou?

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