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Seis disputas seguem vivas até 25 de outubro — e cada voto válido pode mudar o rumo de políticas públicas nos próximos anos. 🗳️

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Seis disputas por governos estaduais e pelo DF vão para o segundo turno em 25 de outubro 🗳️🧵 Depois da apuração, ninguém passou de 50% dos votos válidos nessas corridas. Agora, os eleitores voltam às urnas para decidir quem comanda esses locais.

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Só um detalhe importante: “votos válidos” são os dados aos candidatos. Brancos e nulos não entram nessa conta. Por isso, o segundo turno existe quando ninguém conquista maioria absoluta — é uma forma de ampliar a legitimidade de quem vence.

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No Espírito Santo, a disputa será entre Lorenzo Pazolini (Republicanos), ex-deputado, e Ricardo Ferraço (MDB). No Distrito Federal, a governadora Celina Leão (PP) enfrenta o ex-deputado distrital Leandro Grass (PT).

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No DF, Celina Leão ficou bem perto de liquidar a eleição no primeiro turno: recebeu 49,93% dos votos. Faltou pouco, mas pouco também conta: agora a campanha recomeça e temas como transporte, moradia, saúde e educação devem ganhar ainda mais peso.

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No Nordeste, o Rio Grande do Norte decide entre Allyson (União) e Cadu de Lula (PT). Já no Norte, haverá segundo turno no Amazonas, entre Omar Aziz (PSD) e a professora Maria do Carmo, e no Acre, entre Mailza Assis (PP) e Alan Rick (Republicanos).

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A sexta disputa está no Tocantins: Professora Dorinha (União Brasil) contra Vicentinho Júnior (PSDB). São escolhas locais, mas com impacto bem concreto no dia a dia: orçamento, proteção ambiental, serviços públicos e oportunidades para quem mais precisa.

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Segundo turno não é só repetição de votação: é a chance de comparar propostas com mais calma, cobrar compromissos e olhar quem terá condições de governar para toda a população. Dia 25, seis disputas voltam a ficar abertas. 🗳️

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