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🎬 Do documentário sobre vivências queer a novas vozes do audiovisual: a Buffalo State vai ocupar a tela do Buffalo International Film Festival.

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Seis filmes de estudantes, ex-alunos e docentes da Buffalo State foram selecionados para o Buffalo International Film Festival, em outubro. 🎬🌍 É a universidade levando histórias locais para uma vitrine internacional 🧵

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O destaque não é só a quantidade: a seleção reúne diferentes fases de quem faz cinema — gente começando agora, profissionais formados pela instituição e professores. Na prática, é um retrato bem vivo de como o audiovisual se constrói em comunidade.

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Entre os trabalhos está um documentário que parte de uma história envolvendo uma drag queen no sul dos EUA. A proposta, porém, vai além da “polêmica”: busca escapar das manchetes genéricas e olhar para pessoas queer e trans com mais escuta.

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Isso importa porque cinema não é só entretenimento. Quando histórias LGBTQIA+ são contadas com cuidado, elas ajudam a substituir estereótipos por experiências reais — e ampliam quem se reconhece na tela.

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O Buffalo International Film Festival funciona como ponto de encontro: filmes independentes, público, criadores e ideias circulando para além das fronteiras da universidade. É aquele lembrete de que uma produção local pode conversar com o mundo inteiro.

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Também tem um lado bem concreto nisso: festivais dão visibilidade, criam contatos e podem abrir portas para quem ainda está entrando numa área competitiva e cara como o cinema. Acesso a formação e espaços de exibição faz diferença de verdade.

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No fim, seis filmes parecem um número simples. Mas são seis chances de ver perspectivas novas ganhando tela — e de lembrar que diversidade no audiovisual não é enfeite: é o que deixa as histórias mais humanas, complexas e interessantes.

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