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📱 Comissão de Esporte aprovou proposta para ampliar a participação em eleições de entidades esportivas, com exigência de segurança contra fraudes.

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📱 A Comissão de Esporte do Senado aprovou um projeto que obriga organizações esportivas a oferecer voto remoto em seus processos eleitorais. A proposta prevê sistemas com proteção contra fraudes — e mantém o voto presencial. 🧵

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O objetivo é ampliar a participação de atletas, associados e demais eleitores que enfrentam distância, custos de deslocamento ou limitações de mobilidade para votar presencialmente.

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A relatora, senadora Leila Barros (PDT-DF), destacou o caráter inclusivo da medida. O texto não substitui a votação física: as organizações terão de disponibilizar as duas modalidades.

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Na prática, a mudança busca modernizar a governança de federações, confederações e outras entidades esportivas. Mas a votação digital exigirá regras claras de identificação, sigilo do voto e auditoria.

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O ponto central é a segurança: o projeto determina mecanismos para prevenir fraudes. A eficácia dependerá de implementação técnica confiável, transparência e fiscalização sobre os sistemas adotados.

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Eleições internas definem quem administra recursos, competições e políticas para atletas. Ampliar o acesso ao voto pode reduzir barreiras de participação e fortalecer a representação dentro do esporte.

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A aprovação ocorreu na Comissão de Esporte do Senado. Para virar lei, o projeto ainda precisa avançar nas próximas etapas de tramitação no Congresso. Digitalizar o voto só será um ganho democrático se vier com segurança e acesso real.

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