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Resumo em 10 segundos

Quaest mostra Amin à frente, Carlos Bolsonaro em seguida e muita gente ainda indecisa em Santa Catarina. 🗳️

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A corrida pelo Senado em Santa Catarina já tem um primeiro retrato: Esperidião Amin aparece com 19%, Carlos Bolsonaro com 16% e Carol De Toni com 12%, segundo a Quaest. Mas calma: ainda tem muito jogo pela frente. 🗳️🧵

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A pesquisa, divulgada nesta segunda (24) e encomendada pela NSC, soma as intenções para as duas vagas que SC vai eleger em 2026. Sim: cada eleitor poderá escolher DOIS nomes diferentes para o Senado.

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No consolidado, Décio Lima tem 9%, seguido por Afrânio Boppré e Lunelli, com 2% cada. Outros nomes aparecem com 1% ou menos. O dado que mais chama atenção? Indecisos somam 23%, e branco/nulo, 11%.

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Quando a pergunta é só sobre a 1ª vaga, Amin vai a 23%, Carlos Bolsonaro a 21%, Carol De Toni fica com 12% e Décio Lima, 10%. Já na disputa pela 2ª vaga, o cenário fica bem mais embolado.

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Para essa segunda cadeira, Amin marca 15%; Carlos Bolsonaro e Carol De Toni, 12% cada; e Décio Lima, 7%. Os indecisos sobem para 29%. Ou seja: a escolha do segundo senador pode ser decisiva — e ainda está bem aberta.

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Outro ponto: na pesquisa espontânea, sem lista de candidatos, 84% não souberam citar um nome. Isso mostra que muita gente ainda nem começou a acompanhar a disputa de verdade, apesar de o Senado ter peso enorme em leis, orçamento e indicações.

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E nada está cravado: 55% dizem que ainda podem mudar de voto até 4 de outubro, enquanto 45% tratam a escolha como definitiva. Com debate sobre trabalho, serviços públicos, ambiente e desigualdade, quem falar com a vida real tende a ganhar espaço.

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Resumo da ópera: há um pelotão na frente, mas a eleição para duas cadeiras deixa tudo mais estratégico. Em SC, não basta liderar uma preferência: será preciso convencer o eleitor duas vezes — e uma parcela gigante ainda espera motivos para decidir.

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