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Resumo em 10 segundos

📊 Pesquisa mostra Eduardo Braga à frente no AM, mas a eleição de duas cadeiras deixa a disputa pelo Senado longe de decidida. 🧵

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Eduardo Braga (MDB) lidera a corrida ao Senado no Amazonas com 50%, segundo Paraná Pesquisas. Capitão Alberto Neto (PL) tem 39,3% e Plínio Valério (PSDB), 28,9%. Mas há um detalhe decisivo: em 2026, o estado elegerá 2 senadores. 🧵

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Como cada eleitor podia citar até dois nomes, os percentuais passam de 100%. Isso muda a leitura: não se trata de uma disputa simples por liderança, e sim de duas vagas com alianças, rejeições e transferências de voto pesando muito.

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Braga aparece em posição confortável para uma das cadeiras. A tensão está na segunda: Alberto Neto, Plínio Valério e Wilson Lima (União Brasil, 25,6%) estão em uma faixa em que campanha, palanques locais e debates podem redesenhar o quadro.

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A margem de erro é de 2,7 pontos percentuais. Na prática, ela não elimina a vantagem de Braga, mas recomenda cautela ao cravar a ordem dos concorrentes pela segunda vaga — sobretudo entre nomes que ainda disputam o mesmo espaço político.

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O levantamento ouviu 1.350 eleitores em 38 municípios, presencialmente, de 2 a 4 de setembro. Está registrado no TSE (AM-01118/2026), tem 95% de confiança e foi custeado pela própria Paraná Pesquisas, por R$ 45 mil.

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Também chama atenção a baixa intenção declarada para candidaturas fora dos grupos tradicionais: Professora Evany (Psol) marca 5,2% e Ismael Munduruku (Rede), 2,7%. Representação indígena, educação e proteção da floresta ainda precisam ganhar escala no debate eleitoral.

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Senadores decidem temas que afetam diretamente o Amazonas: orçamento, fiscalização, direitos dos povos indígenas, infraestrutura e regras ambientais. A pesquisa fotografa o momento; o desafio é transformar a eleição em debate sobre prioridades públicas, não apenas nomes.

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