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Resumo em 10 segundos

Benedita, Jordy e Portinho aparecem no centro de uma corrida embolada — mas comparar os números sem olhar a metodologia pode enganar. 🗳️

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A corrida pelas 2 vagas do Rio no Senado tá completamente aberta 🗳️🧵 Três pesquisas recentes mostram cenários diferentes, mas uma coisa é comum: Benedita da Silva, Carlos Jordy e Carlos Portinho estão no centro da disputa.

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No Instituto Veritá, Jordy tem 39,3% dos votos válidos consolidados; Portinho, 37,3%; e Benedita, 36,9%. A margem é de 2,5 pontos: na prática, os três estão tecnicamente empatados.

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Já o Real Time Big Data traz outro retrato: Benedita e Jordy aparecem com 15%, Crivella com 13% e Pedro Paulo com 12%. Com margem de 2 pontos, são quatro nomes embolados na briga.

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No Datafolha, Benedita lidera numericamente com 18%. Jordy e Portinho têm 10% cada; Pedro Paulo, 7%; Crivella, 7%; e Mônica Benício, 6%. A primeira vaga parece mais desenhada; a segunda, nem de longe.

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“Ué, mas por que os números são tão diferentes?” Porque as pesquisas não divulgam exatamente a mesma conta. Para o Senado, cada pessoa pode escolher 2 nomes — e os institutos tratam primeiro e segundo voto de jeitos distintos.

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O Veritá considera só votos válidos e junta as escolhas para as duas vagas. O Real Time faz uma média entre 1º e 2º votos. O Datafolha inclui brancos, nulos e indecisos. Então, comparar percentuais diretamente dá ruim.

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O recado dos levantamentos é simples: ainda há muito eleitor decidindo uma eleição que define quem vai representar o Rio em Brasília. Informação clara sobre método e margem de erro também é parte importante de uma escolha mais democrática.

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