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Jabutinho no projeto da reforma tributária: refrigerantes podem perder imposto extra 🥤⚖️ Saiba por que isso preocupa OMS, Ministério da Saúde e especialistas 🧵

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Senado pode livrar refrigerantes do 'imposto do pecado' 🥤🧵 Uma emenda tipo "jabuti" entrou num projeto da reforma tributária e pode reduzir o extra sobre bebidas açucaradas. Votação no plenário: terça, 30 de setembro. Saúde pública em alerta.

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O que é esse 'jabuti'? É um trecho que não tem nada a ver com o projeto original — proposto por Izalci Lucas (PL-DF) e incorporado pelo relator Eduardo Braga (MDB-AM). Braga poderia ter rejeitado; preferiu incluir. Ministério da Saúde e entidades criticam a manobra.

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A OMS entrou no debate: denunciou o lobby global da indústria de ultraprocessados (refrigerante, álcool, tabaco). Bebidas açucaradas aumentam obesidade, diabetes e prejudicam crianças — é assunto de saúde pública, não só de economia.

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Por que o tal 'imposto do pecado' existe? Pra desincentivar consumo e gerar receita pra saúde e prevenção. Evidências mostram que tributos reduzem consumo e danos. Tirar esse imposto favorece grandes marcas e pode aumentar desigualdades em saúde.

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Onde estamos agora: a emenda já passou na CCJ e vai ao plenário dia 30/09. Se você se importa com prevenção e políticas públicas, é hora de prestar atenção — cobrar senadores, apoiar organizações de saúde e divulgar informação confiável faz diferença.

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Reflexão final: permitir jabutis é decidir por interesses empresariais em vez da saúde coletiva. Só pra ter ideia — estudos apontam que taxas sobre bebidas podem reduzir consumo em cerca de 10–20% em experiências internacionais. Decisão no Senado afeta todo mundo.

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