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Resumo em 10 segundos

Debate no Senado aponta urgência em regras claras para créditos de carbono — impactos econômicos, sociais e ambientais em jogo 🌱

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Senadores pedem avanço na regulamentação do mercado de créditos de carbono 🟢🧵 Na audiência de 8.out.2025, a CRA discutiu a implementação da lei 15.042/2024 e cobrou maior celeridade para transformar o marco legal em regras operacionais.

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O que diz a lei 15.042/2024: institui o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões. Segundo o BNDES, mercados de crédito de carbono permitem que empresas compensem emissões comprando créditos gerados por projetos de redução ou captura de carbono.

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Quem participou: audiência na CRA a pedido dos senadores Zequinha Marinho (Podemos-PA) e Luis Carlos Heinze (PP-RS). Representantes do governo reconheceram desafios técnicos e disseram buscar uma regulamentação "inclusiva e justa" — mas sem prazo firme anunciado.

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Pontos críticos levantados: risco de concentração de mercado, possibilidade de greenwashing e necessidade de transparência. Senadores cobraram regras claras sobre verificação, registro de créditos e participação de pequenas propriedades e comunidades tradicionais.

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Como funciona na prática: créditos são gerados por projetos certificados (redução de emissões ou sequestro de carbono). Preço dependerá de oferta e demanda; por isso, registries, auditoria independente e regras de integridade ambiental são essenciais para dar valor ao ativo.

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Impacto econômico: um mercado bem regulado pode atrair investidores, gerar receita para projetos de restauração e tecnologias de captura e abrir novas fontes de renda no meio rural. Mas sem políticas de acesso, há risco de beneficiar apenas grandes players.

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Reflexão final: a regulamentação definirá se o mercado de carbono será ferramenta efetiva de mitigação e inclusão social ou espaço para especulação. A velocidade pedida pelo Senado é legítima — o desafio é conciliar celeridade com regras robustas e participação pública.

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