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Resumo em 10 segundos

🏥 O que os números da prestação de contas revelam sobre hospitais, cirurgias, prevenção e acesso à saúde no estado.

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Sergipe apresentou as contas da Saúde do 2º quadrimestre de 2026: R$ 2,30 bilhões pagos e 10.559 cirurgias realizadas. 🏥🧵 Mais que uma planilha, o balanço ajuda a entender onde o atendimento avançou — e o que ainda precisa melhorar.

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Vamos por partes: “empenhado” é o valor reservado para uma despesa; “liquidado” significa que o serviço ou produto foi reconhecido como entregue; “pago” é o dinheiro que efetivamente saiu do caixa. Foram R$ 2,56 bi empenhados, R$ 2,38 bi liquidados e R$ 2,30 bi pagos.

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Nas cirurgias, foram 7.552 de média complexidade e 3.007 de alta complexidade. A diferença importa: procedimentos de alta complexidade costumam exigir equipes especializadas, tecnologia, UTI e uma rede hospitalar preparada para casos mais graves.

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Entre as ações citadas estão Opera Sergipe e Enxerga Sergipe, além do Alerta AVC e do Pulsa Sergipe. Em saúde, tempo é decisivo: identificar um AVC cedo, por exemplo, pode reduzir sequelas e ampliar as chances de recuperação.

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A rede também ganhou uma aeronave para atendimento aeromédico e reforço hospitalar no interior. A UTI do Hospital Regional de Nossa Senhora da Glória passou a dar suporte a cirurgias — um passo para aproximar cuidados complexos de quem vive fora da capital.

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Mas ampliar hospitais não resolve tudo sozinho. A própria SES apontou a necessidade de fortalecer a atenção primária com os municípios: vacinação, pré-natal, acompanhamento contínuo e diagnóstico precoce evitam agravamentos e internações que poderiam ser prevenidas.

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A prestação de contas incluiu medicamentos, reabilitação, transplantes, oncologia, urgência, mortalidade e cobertura vacinal. Tornar esses dados públicos é essencial: transparência permite que população e Legislativo acompanhem se o investimento vira cuidado de verdade.

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O principal recado dos números: saúde pública de qualidade depende da rede inteira funcionar — da unidade básica ao atendimento de alta complexidade. Investir em prevenção e acesso regionalizado não é gasto isolado; é cuidado mais próximo, oportuno e justo.

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