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Resumo em 10 segundos

🦷 Saúde bucal e saúde mental caminham juntas: entenda por que apertar os dentes, sentir dor na mandíbula ou ter aftas recorrentes merece atenção.

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Setembro Amarelo também passa pela saúde bucal: a UFPI alerta que estresse e ansiedade podem deixar sinais na boca — de apertar os dentes a dores na mandíbula. 🦷💛🧵

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Vamos por partes: mente e corpo não funcionam em compartimentos separados. Em fases de tensão, o organismo pode aumentar a contração muscular, alterar a saliva e influenciar hábitos repetitivos. A boca pode refletir esse processo.

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Um exemplo é o bruxismo: atividade dos músculos da mandíbula que pode ocorrer acordado — apertando ou encostando os dentes — ou durante o sono. O consenso internacional atualizado em 2025 esclarece: ele não é, por si só, uma doença.

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Isso muda a forma de olhar para o problema: não se trata de “curar” automaticamente o bruxismo, mas de avaliar consequências e contexto. Há desgaste nos dentes? Dor muscular? Sono ruim? Estresse persistente? Cada caso pede atenção individual.

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Outros sinais que podem aparecer em períodos difíceis: estalos ou dor na mandíbula, boca seca ou ardência, aftas e lesões frequentes, além de sangramento gengival. Eles não confirmam ansiedade sozinhos, mas merecem avaliação se persistirem.

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O cuidado ideal é integrado: odontologia pode identificar desgaste dental e proteger estruturas da boca; profissionais de saúde mental podem ajudar a lidar com sofrimento, ansiedade e sono. Procurar apoio não é exagero — é prevenção e cuidado integral.

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A mensagem da UFPI é simples e importante: ouvir os sinais do corpo inclui olhar para a boca. Se há dor, lesões recorrentes ou aperto dos dentes afetando sua rotina, busque atendimento odontológico e, se necessário, apoio em saúde mental. 💛

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