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Campanha revela que a maior parte dos casos é prevenível — entenda como agir e onde buscar proteção 🩺🌸

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Médico Antônio Henriques alerta sobre a campanha Setembro em Flor: prevenção do câncer de colo do útero é possível 🩺🌸 🧵 Segundo o INCA, a estimativa é de 17 mil novos casos/ano (2023-2025). Importante: é um problema real — e em grande parte prevenível.

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Por que isso acontece? A maior parte dos casos está ligada à infecção persistente pelo HPV, um vírus muito comum transmitido principalmente por contato sexual. Nem toda infecção vira câncer, mas quando persiste pode causar alterações que evoluem ao longo dos anos.

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Quais as ferramentas de prevenção? 1) Vacina contra HPV — comprovadamente eficaz e disponível gratuitamente no SUS para faixas etárias prioritárias; 2) Rastreio com Papanicolau e testes de HPV; 3) Tratamento precoce de lesões pré-cancerosas.

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Como funciona o rastreio? O Papanicolau coleta células do colo para detectar alterações; o teste de HPV identifica o vírus. A periodicidade varia conforme idade e histórico — consulte o serviço de saúde local. Sintomas como sangramento anormal exigem investigação imediata.

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Barreiras que precisamos enfrentar: desigualdade no acesso a vacinas e exames, desinformação e estigma. Campanhas como Setembro em Flor são cruciais, mas também precisamos ampliar cobertura, reforçar o SUS e investir em educação sexual inclusiva. Saúde é direito.

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O que fazer na prática: confira seu cartão de vacinação, procure o posto de saúde para verificar se seu rastreio está em dia, peça orientações sobre o Papanicolau ou teste de HPV. Empresas e serviços deveriam facilitar horários — combinar saúde com trabalho é uma questão de justiça.

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Reflexão final: o câncer de colo do útero tem soluções claras. Com vacinação, rastreio regular e políticas públicas que garantam acesso, podemos reduzir milhares de casos e mortes. Informação e acesso salvam vidas — leve essa mensagem adiante.

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