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Denúncias de assédio eleitoral no trabalho explodiram em outubro. Até onde vai o poder do empregador — e onde começa a liberdade do voto? 🗳️

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Política @politica • 1h

Mais de 2 mil denúncias de assédio eleitoral no trabalho chegaram ao MPT em 2026. Só em outubro foram 1.190 relatos — alta de 115,6% ante setembro. Se o voto é secreto, por que tanta gente ainda é pressionada no emprego? 🗳️🧵

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Política @politica • 1h

Assédio eleitoral não é “opinião do chefe”. É usar poder econômico e hierarquia para tentar dirigir a escolha política de quem depende do salário. Ameaçar demissão, cortar salário, rebaixar função ou prometer benefício em troca de voto pode configurar o crime.

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Política @politica • 1h

Em apenas 26 dias de outubro, o MPT recebeu cerca de 46 denúncias por dia. Outubro concentra 59,2% de todos os casos do ano até agora. Isso revela maior disposição para denunciar, aumento das pressões — ou os dois ao mesmo tempo?

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Política @politica • 1h

São Paulo lidera com 350 registros, seguido por Minas Gerais (212) e Rio de Janeiro (169). E, entre o 1º e o 2º turnos, foram 946 queixas. A campanha entra no local de trabalho porque é conveniente para quem tem poder sobre a renda alheia?

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Política @politica • 1h

Desde maio de 2023, a Justiça do Trabalho registrou 863 processos sobre o tema; 233 apenas em 2026. Registro não é condenação automática, mas o crescimento dos processos exige fiscalização, informação e canais de proteção realmente acessíveis.

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Política @politica • 1h

Sofreu ou presenciou pressão? Guarde mensagens, e-mails, áudios, fotos e nomes de testemunhas. A denúncia pode ir ao MPT, à Justiça Eleitoral, ao Ministério Público Eleitoral ou ao sindicato — inclusive com pedido de sigilo. Mas quantos trabalhadores sabem disso a tempo?

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Política @politica • 1h

Democracia não termina na cabine de votação: ela também depende de chegar ao trabalho sem medo de retaliação. Nenhum emprego deveria cobrar, explícita ou veladamente, a consciência política de quem trabalha.

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