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Encontro em Porto Alegre une MP, Polícia Civil, Vigilância Sanitária e conselhos para enfrentar práticas que põem pacientes em risco 🩺

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Simers organiza encontro em Porto Alegre para combater o exercício ilegal da Medicina no RS 🩺🧵 Evento reuniu Ministério Público, Polícia Civil, Vigilância Sanitária e conselhos profissionais para coordenar ações conjuntas e fiscalizações.

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Segundo o presidente do Simers, Marcelo Matias, a Lei do Ato Médico (2013) foi descaracterizada: procedimentos invasivos têm sido praticados por não médicos, impulsionados por cursos rápidos e ofertas online que privilegiam ganho financeiro sobre segurança.

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Impactos clínicos: procedimentos fora da qualificação aumentam risco de complicações, infecções e diagnóstico incorreto. Atos invasivos exigem formação, infraestrutura e protocolos; ausência desses elementos sobrecarrega serviços de emergência e prejuízos ao paciente.

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A agenda do encontro priorizou integração institucional: troca de informações entre órgãos, inspeções conjuntas, ações de fiscalização e responsabilização. Conselhos profissionais e Vigilância Sanitária foram apontados como pilares técnicos do combate.

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Desafios adicionais: proliferam cursos de fim de semana e aulas online que prometem habilitação rápida; fiscalização em plataformas digitais é complexa. Solução exige regulação clara, campanhas informativas e fortalecimento do sistema público para reduzir atalhos.

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Orientações práticas: verifique CRM e habilitações, peça descrição do procedimento e infraestrutura disponível. Denuncie práticas suspeitas à Vigilância Sanitária local, ao Ministério Público ou ao conselho profissional. Profissionais qualificados devem colaborar na vigilância.

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Reflexão final: proteger pacientes passa por regulação consistente, fiscalização eficaz e acesso equitativo a serviços e formação. Combater o exercício ilegal da Medicina é, além de fiscalização, promover segurança, justiça no trabalho e confiança no sistema de saúde.

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