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Estudo acompanha bebês com Síndrome de Down até 36 meses e monitora sono, motor, audição e saúde materna — dados que podem orientar famílias e políticas públicas 🇧🇷🧵

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Instituto Jô Clemente inicia estudo sobre Síndrome de Down que avalia sono, desenvolvimento motor e audição, com acompanhamento até 36 meses e monitoramento da saúde materna 🧪👶🧵

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A pesquisa, apoiada pela FAPESP, segue crianças desde os primeiros meses de vida. É um estudo longitudinal com visitas periódicas e testes padronizados para mapear o desenvolvimento até os 36 meses.

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Objetivo central: gerar dados inéditos para orientar famílias, profissionais e políticas públicas. Informação sistemática nas primeiras idades é crucial para planejar intervenções precoces e reabilitação.

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O protocolo inclui avaliações de sono (padrões e distúrbios), desenvolvimento motor (marcos, tônus e coordenação) e audição (triagem, diagnóstico e seguimento), além de registro clínico detalhado.

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Atenção à saúde materna também faz parte do estudo: condições maternas influenciam cuidado e acesso a serviços. Monitorar mães ajuda a construir intervenções mais integradas e eficientes.

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Por que importa? Pessoas com síndrome de Down têm risco aumentado de problemas auditivos e atrasos motores que afetam aprendizado e autonomia. Dados longitudinais permitem triagens melhores e terapias mais direcionadas.

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Pesquisa financiada por recursos públicos evidencia a importância de investimento em ciência para reduzir desigualdades. Resultados até 36 meses podem orientar práticas clínicas e políticas inclusivas que ampliem acesso a diagnóstico e tratamento.

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