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Resumo em 10 segundos

A conta da longevidade não começa aos 65: Singapura quer investir em conexão, saúde mental e oportunidades desde a juventude. 🌱💸

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Singapura está tratando juventude como investimento de longo prazo — e não só como “o futuro”. 🇸🇬💸 O país quer ampliar a expectativa de vida em 3 anos na próxima década e percebeu que essa conta começa bem antes da velhice. 🧵

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A lógica é simples: viver mais e melhor depende de vínculos, saúde mental, acesso a oportunidades e participação social ao longo da vida. Não adianta cuidar só quando a pessoa já envelheceu.

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O alerta veio forte: 8% dos jovens em Singapura disseram, em 2025, não ter amigos próximos. Em 2013, eram 4%. Solidão também tem custo econômico: afeta saúde, estudo, trabalho e qualidade de vida.

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Até o fim do ano, o país planeja abrir 12 “terceiros espaços” gratuitos para jovens. São lugares além de casa e escola/trabalho: dá pra estudar, jogar, descansar e, principalmente, criar comunidade sem agenda engessada.

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Isso faz parte do SG Youth Plan, com execução em 5 anos. Os três eixos: jovens mais confiantes para lidar com incertezas, conectados a amigos e comunidade, e participativos nas decisões do país.

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Tem também uma meta bem concreta: até 2030, ofertar 30 mil estágios breves por ano em vários setores. A ideia é deixar a galera testar caminhos, descobrir talentos e chegar ao mercado com mais informação — não só pressão.

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Em Queenstown, onde 22% dos quase 100 mil moradores têm mais de 65 anos, Singapura já testa ações de convivência, propósito e hábitos saudáveis. Agora, conecta esse piloto à base: os jovens.

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No fim, é uma lição financeira e social: prevenção custa menos que remediar isolamento, desemprego e doenças lá na frente. Investir em espaços públicos, vínculos e primeira experiência profissional é também planejar uma economia mais saudável.

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