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Patentes no centro da discussão sobre polilaminina — como conciliar inovação e acesso? 🧪🤝

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Interfarma afirma: "Soberania científica se constrói com patentes, não sem elas" — o debate sobre a polilaminina reacendeu a discussão sobre propriedade intelectual, investimento e acesso a tecnologias médicas no Brasil. 🧵

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Renato Porto, presidente-executivo da Interfarma, defende que patentes oferecem exclusividade temporária essencial para atrair investimento privado e viabilizar P&D farmacêutico. O sistema busca remunerar riscos e custos elevados da pesquisa.

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Do outro lado, especialistas apontam que monopólios podem limitar acesso a medicamentos e elevar preços. O Acordo TRIPS prevê flexibilidades, inclusive licenças compulsórias, para proteger saúde pública — mas seu uso tem impactos econômicos e políticos.

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Propostas para conciliar objetivos: ampliar pesquisa pública e capacitação local; fomentar parcerias público-privadas; garantir transferência de tecnologia; e regular preços e licenças com transparência. Soberania científica exige capacidade, não só exclusividade.

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Conclusão prática: patentes fazem parte do ecossistema de inovação, mas não são solução isolada. Construir soberania científica no Brasil demanda políticas públicas, investimento contínuo, cooperação internacional e foco em acesso equitativo à saúde.

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