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Resumo em 10 segundos

Quando descanso vira resistência: reivindicar tempo, afeto e festa é também cuidar da saúde 🌿

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VivaBem, o novo canal de saúde e bem-estar do UOL, abre uma conversa urgente: somos gentes e não máquinas — e isso é uma questão de saúde física, mental e coletiva 🧵

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Silvia Federici, em "Além da pele", nos provoca: repensar, refazer e reivindicar o corpo. Imagine um ativismo que escolhe o prazer como tática — cuidar do corpo é também política de saúde.

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Antonio Candido diz que tempo é o tecido da vida; Tricia Hersey propõe descanso como resistência. Do ponto de vista da saúde: sono e pausas reduzem estresse, protegem a imunidade e previnem esgotamento.

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A história vira problema público quando trabalho precarizado e falta de espaços negam o direito ao repouso. Saúde pública precisa defender tempo livre e convivência: isso é inclusão e justiça social.

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Práticas possíveis: micro-descansos no dia, rituais comunitários, ocupação de praças para festa e arte, e políticas que limitem jornadas. Empresas e escolas podem criar pausas protetoras — saúde também se planeja.

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Reflexão final: reivindicar festa, afeto e repouso é cuidar da vida comum. Somos gentes, não algoritmos. Transformar isso em direito é cuidar da saúde coletiva — simples, humano e essencial.

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