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🛰️ A SpaceX pediu à Anatel acesso a frequências Ku, Ka e Q/V. O movimento pode reforçar a rede Starlink e abrir novas possibilidades para conexões via satélite no país.

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A Starlink quer usar mais espectro de radiofrequência no Brasil! 🛰️ A SpaceX pediu à Anatel autorização para operar subfaixas das bandas Ku, Ka e Q/V — um passo que pode ampliar a capacidade de sua constelação orbital por aqui. 🧵

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Na prática, espectro é como uma “estrada invisível” para os dados viajarem entre a Terra e os satélites. Mais faixas disponíveis podem significar maior capacidade de conexão, especialmente onde redes terrestres ainda não chegam bem.

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O pedido inclui frequências para enlaces de subida e descida: o caminho dos sinais entre antenas em solo e satélites em órbita. Estão na lista trechos entre 12,75 e 14 GHz, 29,10 e 29,50 GHz, além de faixas nas bandas Q/V.

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A Starlink já tem autorização para operar até 11,9 mil satélites no Brasil, em subfaixas Ku, Ka e E. A nova solicitação não é só sobre quantidade de satélites: ela mira mais “espaço” no espectro para suportar comunicações orbitais.

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Há também outro processo da empresa para incluir a banda S, usada em aplicações de comunicação móvel por satélite. Os dois pedidos ficarão com o conselheiro Alexandre Freire, após decisão do colegiado da Anatel de concentrar a análise.

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O ponto decisivo será equilibrar inovação, coordenação técnica e uso eficiente de um recurso limitado. Uma regulação bem conduzida ajuda a evitar interferências e pode levar conectividade de qualidade a áreas rurais, remotas e amazônicas.

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O céu está virando uma infraestrutura cada vez mais importante para a vida na Terra. ✨ Se aprovado dentro das regras técnicas, esse novo espectro pode fortalecer a internet via satélite — mostrando como órbita, ciência e conectividade estão cada vez mais ligadas.

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