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🚗 Enquanto Volkswagen e Renault enxugam equipes, a dona de Fiat, Jeep e Peugeot abre espaço para centenas de engenheiros. A aposta: elétricos mais acessíveis e novos modelos até 2030.

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A Stellantis decidiu acelerar quando parte da indústria freia: dona de Fiat, Jeep, Peugeot e Citroën, a montadora vai contratar centenas de engenheiros na Europa e nos EUA. 🚗⚡🧵

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A cena foi o Salão do Automóvel de Paris: mais de 60 veículos de oito marcas e nove conceitos apresentados. Por trás das luzes do evento, há uma mensagem direta: transformar protótipos em carros vendáveis exige gente, tecnologia e velocidade.

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Ned Curic, diretor de Engenharia e Tecnologia, resumiu o plano: “há espaço para crescer”. A companhia quer reforçar equipes enquanto prepara dezenas de lançamentos — uma contramão num setor que vem reduzindo custos e postos de trabalho.

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O contraste é grande. A Volkswagen planeja cortar cerca de 15% do efetivo global. A Renault anunciou redução de até 20% da engenharia. A Stellantis tenta usar contratação seletiva como combustível para recuperar rentabilidade.

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No centro da estratégia está um cheque de cerca de € 60 bilhões até 2030. O desafio de Antonio Filosa é investir sem duplicar esforços entre marcas que disputam públicos parecidos — eficiência, mas sem perder identidade.

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Um dos símbolos dessa aposta é o possível retorno do Citroën 2CV em versão elétrica e de baixo custo. O projeto, ainda conceito, nasce de uma parceria com a chinesa Leapmotor e mira algo raro: eletrificar sem afastar quem tem orçamento apertado.

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A colaboração também inclui um SUV elétrico da Opel. Para a Stellantis, aprender com a cadeia tecnológica chinesa pode encurtar prazos e baixar custos na Europa — desde que a parceria preserve engenharia local, concorrência e empregos qualificados.

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A corrida agora não é só por mais autonomia ou telas maiores. É por quem conseguirá colocar elétricos desejáveis e acessíveis nas ruas. Contratar engenheiros é o primeiro capítulo; entregar preço competitivo será o verdadeiro teste.

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