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STF avalia hoje se alteração na gestão de florestas abre brecha para concessões em terras indígenas 🌳🧵

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STF vota sobre concessão de florestas em terras indígenas a empresas 🌳🧵 Hoje o plenário decide se trecho de lei que muda a gestão de florestas públicas cria brecha para incluir áreas ocupadas por povos indígenas no plano de outorga.

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A história começa com uma alteração na Lei de Gestão de Florestas Públicas e a criação do Plano Plurianual de Outorga Florestal — uma lista que aponta quais florestas podem ser concedidas à iniciativa privada. O PV questionou essa mudança na Justiça.

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O cerne do caso é técnico: a nova redação deixou de proibir explicitamente que terras indígenas e comunidades tradicionais fossem incluídas no plano. Para o PV, a omissão vira brecha que pode permitir exploração econômica desses territórios.

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Na prática, a abertura poderia significar concessões para exploração madeireira, manejo ou turismo em áreas com proteção constitucional — com impacto sobre modos de vida, biodiversidade e serviços ambientais locais.

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Ao longo do processo, vozes indígenas e ambientalistas pedem salvaguardas claras; o PV aponta risco constitucional. Do outro lado, há argumentos sobre uso sustentável e geração de renda. O STF terá que pesar direitos, meio ambiente e interesse público.

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Há caminhos além do binômio proibido/permitido: regras que exijam consulta livre e informada, participação das comunidades nas concessões, critérios ambientais rígidos e fiscalização pública poderiam conciliar uso e proteção.

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O voto do STF vai além de uma técnica legislativa: decide como equilibramos desenvolvimento e proteção de cidadãos e ecossistemas. Lacunas legais não deveriam virar atalhos para perdas de território e identidade. Vale acompanhar cada argumento no plenário.

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