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⚖️ Ministros apontam ausência de elementos para invalidar o segundo turno; TSE rebate alegações sobre a apuração.

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⚖️ Ministros do STF e do TSE descartam, segundo a reportagem, a possibilidade de anular o 2º turno e reconhecem a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva. A avaliação contraria a iniciativa anunciada por Flávio Bolsonaro de recorrer à Justiça. 🧵

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A leitura predominante nos dois tribunais é que uma contestação só avançaria com provas concretas de irregularidades capazes de alterar ou comprometer o resultado. Até aqui, ministros não veem elementos que sustentem a anulação do pleito.

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Lula recebeu 64,2 milhões de votos válidos, ou 51,79%. O candidato do PL teve 59,8 milhões, equivalente a 48,21%. A diferença foi de cerca de 4,4 milhões de votos — um dos fatores citados contra a tese de invalidar a eleição.

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O debate sobre a prorrogação da votação após relatos de problemas no transporte público também entrou na contestação. Ao proclamar o resultado, Kassio Nunes Marques afirmou que a medida judicial não alterou a apuração e que o processo preservou sua integridade.

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O TSE também classificou como falsa a alegação de que fiscais do PL foram retirados da “sala-cofre”. Segundo o tribunal, esse espaço não é aberto à visitação; fiscais, advogados, Ministério Público e observadores podem acompanhar a totalização em outras áreas.

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Dados do TSE compilados pelo g1 apontaram 35.521 votos registrados após as 17h, horário de Brasília, em 497.897 seções. O ponto central para a Justiça Eleitoral é se haveria impacto relevante no resultado — algo que ministros indicam não estar demonstrado.

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A controvérsia reforça um princípio básico: resultados eleitorais podem ser questionados pelos canais legais, mas sua reversão exige evidências robustas. Transparência, fiscalização plural e informação verificável são peças centrais para proteger o voto e a confiança democrática.

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